Rampinhas do ex-prefeito Guilherme fizeram sucesso

Projeto mal feito e denúncia proporcionaram propaganda negativa para a cidade

Por Príncipe Nicolau 05/04/2017 - 15:16 hs

* Príncipe Nicolau

Tudo é aqui

Sabe aquela história de que tudo acontece em Barra Bonita. Pois é, ela parece ser verdadeira mesma. Esta semana fizemos parte da pauta de reportagens do Jornal Nacional depois de um projeto ser executado de forma mal feita e um cidadão ter ligado para a TV e relatado o caso. Resultado: tivemos uma boa imagem veiculada para todo o Brasil.

Resolveu?

Tem coisas que nos perguntamos: será que vale mesmo manchar a imagem da cidade com isso? Será que não seria mais prático ter procurado o Ministério Público e feito a denúncia para quem de fato pode cobrar as medidas cabíveis e fiscalizar o Poder Público. É claro que a repercussão da mídia é mais interessante quando o denunciante está magoado, chateado e sem o carguinho que queria na administração.

Apagar das luzes

As rampinhas de acessibilidade foram feitas na administração do ex-prefeito Guilherme Belarmino. Já no apagar das luzes. Mais precisamente em dezembro. No Jornal Nacional ele disse que o projeto é de sua administração e a execução da atual. Hum, parece que não ex-prefeito. Documentos da engenharia comprovam que elas são ainda de seu governo.

100 dias

E o prefeito Zequinha Ricci completa no próximo dia 10 de abril 100 dias de seu governo. E pelo que se percebe através de conversas que chegam do palacete Hermínio de Lima, 100 dias de tensão, surpresas e dias intermináveis. O prefeito tem começado seu dia de trabalho por volta das 6 da manhã e só para por volta das nove, dez da noite.

Só problemas

Zequinha evita ficar falando toda hora que a situação financeira da prefeitura é ruim. Diz que a administração passada já foi e agora os problemas são da cidade e não de quem passou. Mas a verdade é que ele foi pego de surpresa em várias situações que o impedem de pensar em algo a mais para esse início de governo. A dívida de INSS dos funcionários públicos, por exemplo, é uma delas. Quase dois milhões e meio de reais em dívida.